Aproveitem bem esse espaço de debates!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Ano letivo 2010 III unidade

Olá a todos e todas!

Estamos iniciando uma nova unidade, e trabalharemos com um blog. Postem nos comentários o que vocês esperam desta atividade e o que gostariam de ler e assistir no blog. Abraços.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Um novo ano que começa...

Pessoal, mais um ano que iniciamos. Para muitos, que estudam ou são professores nosso ano começa dia 02 de março, para uns, ou dia 09 para outros. Nesse ano espero que esse blog possa alcançar mais mentes do que em 2008, ou como diria Juvenal, um palestrante que tive o prazer de conhecer no Irê-Ayo: que esse blog possa "escurecer" um pouco mais as mentes de todos aqueles que entrarem em contato com ele.

domingo, 26 de outubro de 2008

Consciência Negra! Será?

“Na luta contra o racismo, o silêncio é omissão”.
Jacques d´Adesky

Estamos nos aproximando de mais um 20 de novembro, data do assassinato de Zumbi, em 1665 e desde 1971, tornou-se também o Dia da Consciência Negra. Infelizmente, ainda é comum nos centro escolares, seja público ou particular, que esta data e o papel do negro sejam lembrados apenas com a proximidade do evento, que para muitas cidades já correponde a um feriado. Mas, já temos ciência que a educação precisa melhorar muito, para representar de fato, uma educação de qualidade. Atrelada à lei 10.639/03 que estabelece a obrigatoriedade da temática africana e afro brasileira nos currículos escolares, gostaria que vocês, alunos, ou apenas leitores curiosos opinassem acerca do racismo, ou melhor, plagiando uma campanha desenvolvida a alguns anos, ONDE VOCÊ GUARDA SEU RACISMO?


Um Feliz 20 de Novembro para todos!

domingo, 7 de setembro de 2008

Na ficção a realidade é outra coisa!











Pintado em 1888, o quadro Independência ou Morte, de Pedro Américo, é a mais conhecida representação do que aconteceu na tarde de 7 de setembro de 1822 (na realidade 6 de setembro). Uma leitura do pintor, cheia de “licenças poéticas”. Pedro Américo resumiu:"A realidade inspira, e não escraviza o pintor."Veja algumas "licenças":
As mulas que levavam a comitiva – incluindo D. Pedro – foram substituídas por imponentes cavalos.
D. Pedro ganhou feições garbosas e ar resoluto – seria impróprio retratar o futuro imperador com expressão de que estava sofrendo incômodo gastro-intestinal. Segundo cronistas da época uma dor de barriga foi o motivo da parada nas colinas do Ipiranga.
A correnteza do riacho devia passar por trás de quem observa a cena. Em nome da estética, o riacho ficou entre a cena e o espectador.

Fonte: Almanaque Brasil Cultura, setembro/2008.
Após a leitura do artigo acima sobre como alguns marcos históricos, ou mesmo personagens históricos foram construído, discuta com seu colegas e responda as seguintes questões: Quais os interesses da elite brasielira em retratar o Ato da Independência de maneira distinta daquela que ocorreu às margens do Ipiranga? Até que ponto podemos relacionar esse fato ao processo de consolidação da independência do Brasil iniciado com a coroação de D. Pedro I?

sábado, 16 de agosto de 2008

Eleições 2008! É hora de refletir!

As eleições municipais estão chegando, e com ela estamos vivenciando todas as inquietudes referentes a um processo eleitoral. Os jovens buscaram tirar o título em tempo hábil; os candidatos aliaram aos partidos cuja missão representassem um ideal que eles iriam defender(ou não) caso sejam eleitos, e nós, eleitores? O que estamos fazendo? A justiça libera indivíduos para se tornarem elegíveis, carros de som com propagandas, músicas estão nas ruas, "santinhos" estão sendo distribuídos, e nós, vamos deixar para pensar na última hora, ao lado da urna. Diante dessa situação, vamos responder a seguinte pergunta: Outubro está vindo aí, e com ele as eleições. E nós, qual postura iremos tomar enquanto cidadãos?

quarta-feira, 2 de julho de 2008

São João em Cachoeira: pura História!




Como esse blog não tem o objetivo de descrever meus passos, meu dia a dia, como se eu fosse uma celebridade, preciso esclarecer para vocês por que vou falar do meu São João. O motivo principal é porque depois de muitas indecisões, escolhemos viajar para Cachoeira, cidade localizada no Recôncavo Baiano, na verdade ficamos hospedados em São Felix, que fica a 1 Km de Cachoeira, basta atravessar uma longa ponte rodoferroviária construída por ingleses e inaugurada por D. Pedro II em 1859.
Segundo informações de um site não muito confiável, o que merece que em outro momento eu pesquise sobre isso, Cachoeira já foi conhecida como a “Meca da Bahia”, pela forte influência dos Malês na região. Não discordando do site, nem tão pouco confirmando tal informação, a presença negra realmente é forte nas duas cidades, fato esse identificado pelas características físicas e culturais da população local.
Chegar a Cachoeira foi fácil, difícil foi deixar a cidade, ou melhor, as cidades (Cachoeira e São Feliz). A arquitetura faz com que você se sinta num cenário dos séculos XVIII e XIX, igrejas, museus, casarões, o Paço Municipal. Sem falar dos bares com decorações rústicas, sebos, museus que se misturam a fábricas de charutos, e ainda fazem campanha para que cada visitante adote uma arvore e ajude no reflorestamento da Mata Atlântica.
Mais do que dançar forró durante os dias em que permanecemos lá, ao som de Acarajé com Camarão, Leonardo, Magníficos e outros cantores, não muito conhecidos, mas que animaram a festa e colocaram o povo para curtir embaixo da chuva, essa viagem foi uma reconquista, uma volta aos tempos de faculdade, quando era muito mais comum visitarmos museus, e apreciar o passado. E viva o São João!

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Organizar idéias é o primeiro passo, por SIMONE HARNIK







Você entrega a prova e sai com aquela impressão de que poderia ter explicado melhor a resposta da pergunta três de biologia? Ou de que deveria ter feito uma amarração mais precisa entre os argumentos da redação? Esse tipo de falha tem nome: dificuldade na organização do pensamento. Mas não se preocupe, há como aprimorar a forma de ordenar as informações. "O modo de organizar o pensamento é diferente para cada um. Alguns organizam melhor pensando, outros, falando, e outros, escrevendo", explica a coordenadora do curso de letras da PUC-SP, Mercedes Canha Crescitelli. "Mas o jovem tem de ter consciência de que organizar o pensamento é o momento inicial. Depois, tem de fazer rascunho, trabalhar o texto, trocar a ordem de parágrafos." A aprendizagem da linguagem, das formas de articular informações, acontece, segundo Irene Maluf, psicopedagoga e presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia, ainda na infância e na adolescência, dos sete aos 12 anos. "Essa é a época em que o organismo vai se inserir no mundo culto, tem energia para o conhecimento, curiosidade, observação. A partir dos 12 anos, o corpo começa a ficar voltado para o desenvolvimento das sensações, da sexualidade, há o crescimento dos seios, os hormônios mudam", explica a psicopedagoga. E é aí que mora o problema: quando a fase de desenvolver a sexualidade está no fim, chegou a hora dos vestibulares. "O corpo não estava voltado para novos conhecimentos com tanta intensidade, então chega ao vestibular depauperado. Se o jovem teve dificuldades de aprendizagem na área da escrita, elas vão transparecer no vestibular", diz Irene. "Se as dificuldades forem trabalhadas, é claro que o jovem vai superá-las. O esforço vale muito na atividade intelectual", pondera. Para Mercedes, além das dificuldades com a língua, um problema que pesa no desempenho é ter o que falar. "As dificuldades com o texto não se restringem a problemas textuais. Acabam envolvendo a falta de conhecimento prévio sobre o tema. É difícil ter alunos com muitas idéias e dificuldade de organizar. O contrário é o que acontece mais, os estudantes têm poucas idéias e não conseguem colocá-las no papel", afirma. Por isso a professora considera que ler jornais e revistas pode ajudar na hora de escrever a redação, por exemplo. "Ter domínio do assunto, discutir na escola ou com amigos é fundamental para organizar idéias. No texto, além dos argumentos, o vestibulando precisa levar em conta os contra-argumentos, fazer a discussão." Mais do que ter conteúdo, numa prova de vestibular o candidato tem de estar ciente de que tem um tema restrito. "Além da ligação entre as informações nos parágrafos e entre parágrafos, o estudante deve se preocupar em ser coerente com o que foi pedido."